EPREITEIRAS LEVAM LULADRÃO E DILMENTIROSA AS BARBAS DA JUSTIÇA.

Ceribelli

Com os processos da Operação Lava-Jato a caminho das sentenças, as empreiteiras levaram Lula e Dilma junto com elas na roda da Justiça. SEM SAÍDA: Presos desde novembro do ano passado, os empreiteiros envolvidos no escândalo da Petrobras negociam acordos de delação premiada com a justiça. Depois que o sarrafo comeu: Após quinze dias, os quatro executivos da construtora OAS, presos durante a Operação Lava-Jato, revelaram na carceragem da PF em Curitiba, sentaram na frente do seu delega, numa sala destinada a reuniões reservadas com advogados, o presidente da OAS, Léo Pinheiro, e os executivos Mateus Coutinho, Agenor Medeiros e José Ricardo Breghirolli discutiam o futuro com raro desapego. Tendo os pedidos de liberdade rejeitados pela Justiça, as fracassadas tentativas de desqualificar as investigações, o Natal, o réveillon e a perspectiva real de passar o resto da vida no cárcere levaram-os a um diagnóstico fatalista. Réus por corrupção, lavagem de dinheiro e formação de organização criminosa, apropriação indébita, concluíram que chegou a hora de jogar a última cartada, e, segundo eles, isso significa trazer para a cena do crime, os nomes e sobrenomes dos mandantes que comandam a quadrilha de bandidos infiltrada dentro da Petrobra$, todo o topo da cadeia que comandou e comanda os púlias envolvidos no escândalo do petrolão. Com 66 anos de idade, extremamente revoltado Agenor Medeiros, diretor internacional da empresa, soltou a franga: "Se tiver de morrer aqui dentro, não morro sozinho" que o todo poderoso chefão "" O LuLadrão "". Como estratégia, os executivos da OAS, discutida também pelas demais empresas envolvidas no escândalo da Petrobras, é considerada a última válvula de escape, ultima tentativa de aliviar suas peles. Por uma razão clara, elementar: as empreiteiras podem identificar e apresentar provas contra os verdadeiros comandantes do esquema, os chefes e seus beneficiados, os mentores da engrenagem que funcionava com o objetivo de desviar dinheiro da Petrobra$ para os bolsos de políticos aliados do governo em campanhas eleitorais dos candidatos ligados ao governo. Carta na manga: Um poderoso trunfo que, em um eventual acordo de delação com a Justiça, pode poupar muitos anos de cadeia aos envolvidos. "Vocês acham que eu ia atrás desses pilantras (os políticos) para oferecer grana a eles?", disparou ressentido, o presidente da OAS, Léo Pinheiro. Amigo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva nos tempos de bonança, ele descobriu na cadeia que as amizades nascidas do poder valem pouco atrás das grades. Na conversa com os colegas presos e os advogados da empreiteira, ele revelou, em particular, a indiferença de Lula, de quem esperava um esforço maior para neutralizar os riscos da condenação e salvar os contratos de sua empresa. Léo Pinheiro reclama que Lula lhe virou as costas. Na opinião de Leo, o LuLadrão deveria acionar seus pares nomeados como Ministros do STF para livrar sua cara das barbas da justiça. E foi dessa forma delatória que surgiu a primeira decisão concreta do grupo. Se houver acordo com a Justiça, o delator será Ricardo Breghirolli, encarregado de fazer os pagamentos de propina a partidos e políticos corruptos. As empreiteiras sabem que nova delação só será admitida se revelarem fatos novos ou o envolvimento de personagens importantes que ainda se mantêm longe das investigações. Por isso, o alvo é o topo da cadeia de comando, em que, segundo afirmam abertamente, se encontram o ex-presidente Lula e Dilma Rousseff, que nagam firmemente suas participações no esquema, mesmo sabendo que toda a Nação brasileira sabe que eles são os chefes das quadrilhas dos mensaleiros, do petrolão do BNDESão e dos salteadores do erário público. Cara de pau: A diretoria de Comunicação da construtora Odebrecht divulgou correspondência abaixo: A Odebrecht repudia as ilações contidas na reportagem, especialmente as que dizem a respeito à atuação de seu diretor de Relações Institucionais, Alexandrino Alencar, feitas com base em supostas declarações de réu confesso em processo que corre na Justiça Federal do Paraná. A Odebrecht reafirma que mantém, há décadas, contratos obtidos com a Petrobras exclusivamente por meio de processos de seleção e concorrência regidos pelo o que determina a legislação. A Odebrecht já solicitou formalmente à Justiça Federal do Paraná que disponibilize a empresa o conteúdo de todas as 'delações premiadas' que digam respeito a ela, para garantir o direito de defesa e evitar que ocorra este tipo de ilação. A empresa também informa que, diferentemente do que afirma a referida reportagem, não há investigações abertas contra a empresa 'nos Estados Unidos, no Panamá e em Portugal'. (Sérgio Bourroul, diretor de Comunicação). A Odebrecht esta achando que todos os brasileiros são idiotas, otários para acreditarem nessas lorotas, mentiras, visto que ela já foi citada várias vezes no corpo da Operação lava Jato.

 


 

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