Carta aberta à Presidente da República Federativa do Brasil - Dilma Rousseff

Meu nome é Manoel Braga, sou brasileiro, casado, Jornalista responsável e Editor Chefe do Portal maracutaias.com, tenho 69 anos e 55 anos labutando nas mídias do meu país por ofício. Acredito que, por também ser uma figura pública, Vossa Excelência tenha lido meus textos, artigos e matérias, ou tenha assistido algum dos meus trabalhos desde a época do Jornal O Pasquim, sejam eles nas mídias impressas, falada e televisionada. Visto que vivemos num país onde a liberdade de expressão é primazia, solicito, através desta carta, e utilizando do meu Portal maracutaias.com, O Pasquim e redes sociais das quais faço parte, em nome de mais de duzentos milhões de brasileiros, exigir a sua renúncia. Esforço-me, contudo, em explicar o meu pedido e, antes, permita-me algumas considerações: Nos seus tempos de guerrilheira, seu comportamento e ações eram outro completamente diferente do atual, suas lutas e eram a favor dos oprimidos pelo regime militar, pelo qual foi presa e deportada do meu Brasil, dos menos favorecidos e trabalhadores do nosso país. Hoje seus ideais estão totalmente deturpados pela sede do poder, de um sistema corrompido pelo seu antecessor, pela senhora e pares partidários (PT) todos assaltantes do erário público, conseguiram levar a falência a nossa maior empresa, orgulho de todos os brasileiros, a Petrobra$. Já vivi o bastante e ao longo de todos esses anos pude ver um grande número de presidenciáveis que, desde a Proclamação da República, seja por indicação direta das Forças Armadas, por movimentos revolucionários, por Golpe Militar, ou por voto direto, governaram este país. Assim como a Senhora, sobrevivi aos duros Anos de Chumbo e, confesso, fui um admirador dos companheiros, cujos ideais socialistas lutaram contra o Regime Militar. Mas, depois de todo esse tempo, ainda aguardo um grande Presidente para o nosso país. E acrescento que continuaremos sem tê-lo, enquanto houver um "telefone vermelho" entre Brasília e o Guarujá ou São Bernardo do Campo, onde o Exército Vermelho do Lula aguarda ordens dos seus superiores para promover badernas e depredação do patrimônio público, bem como invadir propriedades produtivas no falso movimento dos sem terras, esse fora criado para fomentar a desordem nos campos e nas cidades. Em 24 de agosto de 1954, o Presidente Getúlio Vargas se matou ou mataram com ele em seu quarto com um tiro no peito. Na carta-testamento ele registrou: "Eu vos dei a minha vida. Agora ofereço a minha morte. Nada temo. Serenamente dou o primeiro passo no caminho da eternidade e saio da vida para entrar na história", preferindo o forçado suicídio a se submeter à humilhação que os adversários queriam com a minha renúncia. Em 1961, o então Presidente Jânio Quadros, alegando "forças ocultas", renunciou e disse: "Desejei um Brasil para os brasileiros, afrontando, nesse sonho, a corrupção, a mentira e a covardia que subordinam os interesses gerais dos patifes e às ambições de grupos ou de indivíduos, inclusive do exterior". Sinto-me, porém, esmagado. "Forças terríveis levantam-se contra mim e me intrigam ou infamam, até com a desculpa de colaboração". No próximo dia 1º, Vossa Excelência subiu a Rampa do Planalto em direção à sua segunda governança. No entanto, a subida será solitária, ainda que partidária e com bases aliadas e corrompidas por corruptos e corruptores, mas saiba que duzentos milhões de brasileiros, mais uma vez, subirão com a Senhora, na esperança de se desenvolverem como cidadãos, e de ascenderem coletivamente num país melhor. Por isso, reforço o meu pedido inicial de "renúncia". Como chefe maior dessa Nação, como Presidente ou Presidenta, espero que renuncie à corrupção, aos corruptores, aos corrompíveis, aos corrompidos; renuncie à roubalheira política, aos escândalos na Petrobras; renuncie à falta de vergonha e aos salários elevados de muitos parlamentares; renuncie aos altos cargos tomados por ladrões; renuncie ao silêncio e ao "eu não sabia"; renuncie aos Mensaleiros; renuncie ao apadrinhamento político, aos parasitas, ao nepotismo; renuncie aos juros altos, aos impostos elevados, à volta da CPMF; renuncie à falta de planejamento, à economia estagnada; renuncie ao assistencialismo social eleitoreiro; renuncie à falta de saúde pública, de educação, de segurança (Unidade de Polícia Pacificadora não é orgulho para ninguém); renuncie ao desemprego; renuncie à miséria, à pobreza e à fome; renuncie aos companheiros políticos do passado, a velha forma de governar e, se necessário, renuncie ao PT. Dizem que o Natal é uma época de trégua e que em Brasília a guerra só recomeça depois do Ano Novo. Será que teremos que esperar por mais sete meses para que as coisas comessem a acontecer Para entrar na história? Porém, não será necessário ser extremista como Getúlio e Jânio e renunciar a Presidência da República, mas será necessário não renunciar ao seu país, ao seu povo. Governe com os opositores, governe com autonomia. Faça o nosso o seu próximo Natal ser particularmente inspirador e se permita que a sua história futura seja coerente com o seu passado, porque o brasileiro tem o coração cheio de sonhos e alma tomada de esperanças. Á escravidão não acabou no Brasil, somos escravos de um sistema de governo falido, inoperante, inconsequente, desarticulado e sem gestor público digno e capaz de colocar o meu, o seu, o nosso Brasil na rota de um desenvolvimento que merecemos, visto a elevada carga tributária a nos imposta pela incompetência do seu governo e seus assessores, ministros incompetentes e suas pastas inoperantes. Por favor, atenda o rogo de um sofrido brasileiro e dos demais sofredores dos meus pais, estamos no fundo poço, abaixo até da camada mais profunda do Pré-Sal, esperando sermos sugados por um governo salvado da Pátria e dos seus patriotas. Meu nome é Manoel Braga, sou brasileiro, casado, Jornalista responsável e Editor Chefe do Portal maracutaias.com, tenho 69 anos e 55 anos labutando nas mídias do meu país por ofício. Acredito que, por também ser uma figura pública, Vossa Excelência tenha lido meus textos, artigos e matérias, ou tenha assistido algum dos meus trabalhos desde a época do Jornal O Pasquim, sejam eles nas mídias impressas, falada e televisionada. Visto que vivemos num país onde a liberdade de expressão é primazia, solicito, através desta carta, e utilizando do meu Portal maracutaias.com, O Pasquim e redes sociais das quais faço parte, em nome de mais de duzentos milhões de brasileiros, exigir a sua renúncia. Esforço-me, contudo, em explicar o meu pedido e, antes, permita-me algumas considerações: Nos seus tempos de guerrilheira, seu comportamento e ações eram outro completamente diferente do atual, suas lutas e eram a favor dos oprimidos pelo regime militar, pelo qual foi presa e deportada do meu Brasil, dos menos favorecidos e trabalhadores do nosso país. Hoje seus ideais estão totalmente deturpados pela sede do poder, de um sistema corrompido pelo seu antecessor, pela senhora e pares partidários (PT) todos assaltantes do erário público, conseguiram levar a falência a nossa maior empresa, orgulho de todos os brasileiros, a Petrobra$. Já vivi o bastante e ao longo de todos esses anos pude ver um grande número de presidenciáveis que, desde a Proclamação da República, seja por indicação direta das Forças Armadas, por movimentos revolucionários, por Golpe Militar, ou por voto direto, governaram este país. Assim como a Senhora, sobrevivi aos duros Anos de Chumbo e, confesso, fui um admirador dos companheiros, cujos ideais socialistas lutaram contra o Regime Militar. Mas, depois de todo esse tempo, ainda aguardo um grande Presidente para o nosso país. E acrescento que continuaremos sem tê-lo, enquanto houver um "telefone vermelho" entre Brasília e o Guarujá ou São Bernardo do Campo, onde o Exército Vermelho do Lula aguarda ordens dos seus superiores para promover badernas e depredação do patrimônio público, bem como invadir propriedades produtivas no falso movimento dos sem terras, esse fora criado para fomentar a desordem nos campos e nas cidades. Em 24 de agosto de 1954, o Presidente Getúlio Vargas se matou ou mataram com ele em seu quarto com um tiro no peito. Na carta-testamento ele registrou: "Eu vos dei a minha vida. Agora ofereço a minha morte. Nada temo. Serenamente dou o primeiro passo no caminho da eternidade e saio da vida para entrar na história", preferindo o forçado suicídio a se submeter à humilhação que os adversários queriam com a minha renúncia. Em 1961, o então Presidente Jânio Quadros, alegando "forças ocultas", renunciou e disse: "Desejei um Brasil para os brasileiros, afrontando, nesse sonho, a corrupção, a mentira e a covardia que subordinam os interesses gerais dos patifes e às ambições de grupos ou de indivíduos, inclusive do exterior". Sinto-me, porém, esmagado. "Forças terríveis levantam-se contra mim e me intrigam ou infamam, até com a desculpa de colaboração". No próximo dia 1º, Vossa Excelência subiu a Rampa do Planalto em direção à sua segunda governança. No entanto, a subida será solitária, ainda que partidária e com bases aliadas e corrompidas por corruptos e corruptores, mas saiba que duzentos milhões de brasileiros, mais uma vez, subirão com a Senhora, na esperança de se desenvolverem como cidadãos, e de ascenderem coletivamente num país melhor. Por isso, reforço o meu pedido inicial de "renúncia". Como chefe maior dessa Nação, como Presidente ou Presidenta, espero que renuncie à corrupção, aos corruptores, aos corrompíveis, aos corrompidos; renuncie à roubalheira política, aos escândalos na Petrobras; renuncie à falta de vergonha e aos salários elevados de muitos parlamentares; renuncie aos altos cargos tomados por ladrões; renuncie ao silêncio e ao "eu não sabia"; renuncie aos Mensaleiros; renuncie ao apadrinhamento político, aos parasitas, ao nepotismo; renuncie aos juros altos, aos impostos elevados, à volta da CPMF; renuncie à falta de planejamento, à economia estagnada; renuncie ao assistencialismo social eleitoreiro; renuncie à falta de saúde pública, de educação, de segurança (Unidade de Polícia Pacificadora não é orgulho para ninguém); renuncie ao desemprego; renuncie à miséria, à pobreza e à fome; renuncie aos companheiros políticos do passado, a velha forma de governar e, se necessário, renuncie ao PT. Dizem que o Natal é uma época de trégua e que em Brasília a guerra só recomeça depois do Ano Novo. Será que teremos que esperar por mais sete meses para que as coisas comessem a acontecer Para entrar na história? Porém, não será necessário ser extremista como Getúlio e Jânio e renunciar a Presidência da República, mas será necessário não renunciar ao seu país, ao seu povo. Governe com os opositores, governe com autonomia. Faça o nosso o seu próximo Natal ser particularmente inspirador e se permita que a sua história futura seja coerente com o seu passado, porque o brasileiro tem o coração cheio de sonhos e alma tomada de esperanças. Á escravidão não acabou no Brasil, somos escravos de um sistema de governo falido, inoperante, inconsequente, desarticulado e sem gestor público digno e capaz de colocar o meu, o seu, o nosso Brasil na rota de um desenvolvimento que merecemos, visto a elevada carga tributária a nos imposta pela incompetência do seu governo e seus assessores, ministros incompetentes e suas pastas inoperantes. Por favor, atenda o rogo de um sofrido brasileiro e dos demais sofredores dos meus pais, estamos no fundo poço, abaixo até da camada mais profunda do Pré-Sal, esperando sermos sugados por um governo salvado da Pátria e dos seus patriotas.

 

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