O RICARDO PESSO O DONO DA UTC SABE, CAUSAM EFEITOS PIOR QUE UMA BOMBA ATÔMICA.

Ciribelli/ Daniel Pereira e Robson Bonin/ SISMO -

O RICARDO PESSO O DONO DA UTC SABE, CAUSAM EFEITOS PIOR QUE UMA BOMBA ATÔMICA. Ricardo Pessoa, presidente da UTC, preso na PF em Curitiba, fés delação premiada e conta tudo. As manobras para convencê-lo do contrário seguem os padrões petistas no poder. Ministro da Justiça somente foi nomeado advogado para defender do governo e evitar que os escândalos atinjam o Planalto do Planalto, LuLadrão e Dilmentirosa. Ciribelli/ Daniel Pereira e Robson Bonin/ SISMO - Preso há três meses, o engenheiro Ricardo Pessoa tenta conseguir um acordo de delação premiada com a Justiça para revelar o que sabe sobre o escândalo da Petrobras. Muito se discute sobre as motivações que um empreiteiro há três meses preso na Superintendência da Polícia Federal em Curitiba teria para contar o que sabe - não por ter ouvido falar, mas por ter participado dos eventos que está pronto a levar ao conhecimento da Justiça. O baiano Ricardo Pessoa, dono da construtora UTC, tem vário. A primeira, evidente, é não ser sentenciado pela acusação de montar um cartel de empreiteiras destinado a fraudar licitações na Petrobras, quando a festa pagã de que ele participou ativamente na estatal foi simplesmente seguir o Organograma organizado pelo PT, partido do governo. A segunda, também óbvia, é atrair para o seu martírio o maior grupo de notáveis da política que ele sabe ter se beneficiado das propinas na Petrobras e, assim, juntas, ficarem maiores do que o abismo entre todos os envolvidos. A terceira, mais subjetiva, é atormentado pela ideia de que tudo o que sabe venha à tona, quer deixar para a posteridade registrada tosa a máquina montada, ou seja: todo o esquema de corrupção na Petrobras feito com fins eleitorais. Antes, dono de um porte imponente e até ameaçador, Pessoa está magro e abatido e insatisfeito com o bandido mor "O LuLadrão". As acusações de corrupção ativa, lavagem de dinheiro e participação em organização criminosa que ele, direta ou indiretamente participou, seria aliviadas se abrir a boca na delação premiada, quem na formação de quadrilhas das quais participou ativamente, na hierarquia bandida da política e dos politiqueiros do país foi um dos sócios majoritário, o mentor dos assaltos aos cofres da Petrobra$. Analogia do criminoso: "Vou pegar de noventa a 180 anos de prisão", vem dizendo Ricardo Pessoa a quem consegue visitá-lo na carceragem. Foi um resumo do que revelará à Justiça caso seu pedido de delação premiada seja aceito. A negociação com os procuradores federais sobre isso não caminha. Estão encalhadas na investigação da PF. O bandido Pessoa, reclama que os procuradores querem que ele fale de corrupção em outras estatais cuja realidade ele conhece, sabe quem são as empreiteiras envolvidas e diz desconhecer, alegando falsamente que: não ter negócios com nenhuma delas. Já os procuradores, com seus conhecimentos em malandragens, desconfiam que Pessoa esteja negando informações úteis para a investigação. Com isso, ele esta pensando que vai enrolar os investigadores para favorecer o governo, o que cabra tem a dizer coloca o Palácio do Planalto no mar dos escândalos corruptivos. A aliança: Ricardo Pessoa revela. O esquema organizado de cobranças de propinas na Petrobras começou a funcionar em 2003, no governo LuLadrão e perdura no governo da Dilmentirosa, sabendo que: o organograma corruptível foi elaborado pelo ex. tesoureiro do PT Delúbio Soares, condenado a mais de 40 anos na Ação 470 do STF quando o El Toro Myura "O Barbozão" presidia a Corte Suprema. A putaria, a farra dos bois perpetuou: A UTC financiou clandestinamente as campanhas do ministro Jaques Wagner ao governo da Bahia em 2006 e 2010. PreVaccaricando mais vezes, a empreiteira ajudou o ex-ministro José Dirceu, pagou despesas pessoais a partir de simulação de contratos de consultoria. Em 2014, a campanha de Dilma Rousseff e o PT receberam da empreiteira 30 milhões de reais desviados da Petrobra$. Moral da historia: Quem paga essas maracutaias todas são os otários dos brasileiros.

EPREITEIRAS LEVAM LULADRÃO E DILMENTIROSA AS BARBAS DA JUSTIÇA.

Ceribelli

Com os processos da Operação Lava-Jato a caminho das sentenças, as empreiteiras levaram Lula e Dilma junto com elas na roda da Justiça. SEM SAÍDA: Presos desde novembro do ano passado, os empreiteiros envolvidos no escândalo da Petrobras negociam acordos de delação premiada com a justiça. Depois que o sarrafo comeu: Após quinze dias, os quatro executivos da construtora OAS, presos durante a Operação Lava-Jato, revelaram na carceragem da PF em Curitiba, sentaram na frente do seu delega, numa sala destinada a reuniões reservadas com advogados, o presidente da OAS, Léo Pinheiro, e os executivos Mateus Coutinho, Agenor Medeiros e José Ricardo Breghirolli discutiam o futuro com raro desapego. Tendo os pedidos de liberdade rejeitados pela Justiça, as fracassadas tentativas de desqualificar as investigações, o Natal, o réveillon e a perspectiva real de passar o resto da vida no cárcere levaram-os a um diagnóstico fatalista. Réus por corrupção, lavagem de dinheiro e formação de organização criminosa, apropriação indébita, concluíram que chegou a hora de jogar a última cartada, e, segundo eles, isso significa trazer para a cena do crime, os nomes e sobrenomes dos mandantes que comandam a quadrilha de bandidos infiltrada dentro da Petrobra$, todo o topo da cadeia que comandou e comanda os púlias envolvidos no escândalo do petrolão. Com 66 anos de idade, extremamente revoltado Agenor Medeiros, diretor internacional da empresa, soltou a franga: "Se tiver de morrer aqui dentro, não morro sozinho" que o todo poderoso chefão "" O LuLadrão "". Como estratégia, os executivos da OAS, discutida também pelas demais empresas envolvidas no escândalo da Petrobras, é considerada a última válvula de escape, ultima tentativa de aliviar suas peles. Por uma razão clara, elementar: as empreiteiras podem identificar e apresentar provas contra os verdadeiros comandantes do esquema, os chefes e seus beneficiados, os mentores da engrenagem que funcionava com o objetivo de desviar dinheiro da Petrobra$ para os bolsos de políticos aliados do governo em campanhas eleitorais dos candidatos ligados ao governo. Carta na manga: Um poderoso trunfo que, em um eventual acordo de delação com a Justiça, pode poupar muitos anos de cadeia aos envolvidos. "Vocês acham que eu ia atrás desses pilantras (os políticos) para oferecer grana a eles?", disparou ressentido, o presidente da OAS, Léo Pinheiro. Amigo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva nos tempos de bonança, ele descobriu na cadeia que as amizades nascidas do poder valem pouco atrás das grades. Na conversa com os colegas presos e os advogados da empreiteira, ele revelou, em particular, a indiferença de Lula, de quem esperava um esforço maior para neutralizar os riscos da condenação e salvar os contratos de sua empresa. Léo Pinheiro reclama que Lula lhe virou as costas. Na opinião de Leo, o LuLadrão deveria acionar seus pares nomeados como Ministros do STF para livrar sua cara das barbas da justiça. E foi dessa forma delatória que surgiu a primeira decisão concreta do grupo. Se houver acordo com a Justiça, o delator será Ricardo Breghirolli, encarregado de fazer os pagamentos de propina a partidos e políticos corruptos. As empreiteiras sabem que nova delação só será admitida se revelarem fatos novos ou o envolvimento de personagens importantes que ainda se mantêm longe das investigações. Por isso, o alvo é o topo da cadeia de comando, em que, segundo afirmam abertamente, se encontram o ex-presidente Lula e Dilma Rousseff, que nagam firmemente suas participações no esquema, mesmo sabendo que toda a Nação brasileira sabe que eles são os chefes das quadrilhas dos mensaleiros, do petrolão do BNDESão e dos salteadores do erário público. Cara de pau: A diretoria de Comunicação da construtora Odebrecht divulgou correspondência abaixo: A Odebrecht repudia as ilações contidas na reportagem, especialmente as que dizem a respeito à atuação de seu diretor de Relações Institucionais, Alexandrino Alencar, feitas com base em supostas declarações de réu confesso em processo que corre na Justiça Federal do Paraná. A Odebrecht reafirma que mantém, há décadas, contratos obtidos com a Petrobras exclusivamente por meio de processos de seleção e concorrência regidos pelo o que determina a legislação. A Odebrecht já solicitou formalmente à Justiça Federal do Paraná que disponibilize a empresa o conteúdo de todas as 'delações premiadas' que digam respeito a ela, para garantir o direito de defesa e evitar que ocorra este tipo de ilação. A empresa também informa que, diferentemente do que afirma a referida reportagem, não há investigações abertas contra a empresa 'nos Estados Unidos, no Panamá e em Portugal'. (Sérgio Bourroul, diretor de Comunicação). A Odebrecht esta achando que todos os brasileiros são idiotas, otários para acreditarem nessas lorotas, mentiras, visto que ela já foi citada várias vezes no corpo da Operação lava Jato.

 


 

UMA RELIGIÃO CHAMADA PT

J.A.Caliman

A julgar pelas declarações do Presidente do PT Rui Falcão, chamado a boca miúda de Rui  Abutre e do Lula parace que o PT é formado por vestais e santos, isentos de todos os pecados e justificados todos os seus meios para realizar os fins. Negam o mensalão mesmo com a condenação de vários de seus correligionários, negam o petrolão como se ele não existisse, que fosse um milagre de um diabo chamado mídia e como se a tal elite da classe média ( que eles dizem ter ajudado a aumentar) é que é conservadora e pecadora. Não há embasamento nenhum nos discursos de negação e sim a negação pela negação. Lembra muito os discursos inflamados dos líderes iranianos que negam o massacre dos judeus pelos nazistas, omitem a história, as verdades patentes e os registros de milhares de mortes . O PT já pode requerer, baseado na visão de seus diretores o registro como religião assim, fica tudo explicado, o bispo coadjutor sera o Rui Abutre , a sacerdotisa mor  a Dilmentirosa e o dirigente maior o AIATOLULA  depois, vão passar a sacolinha,  à moda de Zé Dirceu e Zé Genuino, sem direito a um lugar no cèu entre 1000 virgens.


 

 

QUEM FICA PRESO NO BRASIL SÃO SOMENTE PRETO, POBRE E PUTA. O PODROSO CHEFÃO "O LULA" JA VAI SER ALVO DA OPERAÇÃO LAVA JATO, O PROCURADOR GERAL DA REPÚBLICA RODRIGO JANOT, OFERECEU DENÚNCIA CONTRA O PILANTRA, AGORA SÓ FALTA A DILMA. 

Ciribelli/Michel Filho/Veja

Empreiteiras levam Lula e Dilma as barbas da justiça via operação Lava Jato Com os processos da Operação Lava-Jato a caminho das sentenças, as empreiteiras querem Lula e Dilma junto com elas na roda da Justiça.  SEM SAÍDA: Presos desde novembro do ano passado, os empreiteiros envolvidos no escândalo da Petrobras, negociaram acordos de delação premiada com a justiça. Há quinze dias, os quatro executivos da construtora OAS, presos durante a Operação Lava-Jato, tiveram uma conversa capital na carceragem da polícia em Curitiba. Sentados frente a frente, numa sala destinada a reuniões reservadas com advogados, o presidente da OAS, Léo Pinheiro, e os executivos Mateus Coutinho, Agenor Medeiros e José Ricardo Breghirolli discutiam o futuro com raro desapego. Os pedidos de liberdade negados pela Justiça, as fracassadas tentativas de desqualificar as investigações, o Natal, o réveillon e a perspectiva real de passar o resto da vida no cárcere levara-os a um diagnóstico fatalista. Réus por corrupção, lavagem de dinheiro e formação de organização criminosa, chegou a hora de jogar a última cartada, e, segundo eles, isso significa trazer para a cena do crime, com nomes e sobrenomes, os comandantes do petrolã$ e do petrolã$. Com 66 anos de idade, Agenor Medeiros, diretor internacional da empresa, era o mais exaltado: "Se tiver de morrer aqui dentro, não morro sozinho" que venha o nosso chefe pagar pelos seus feitos. A estratégia dos executivos da OAS, discutida também pelas demais empresas envolvidas no escândalo da Petrobras, é considerada a última válvula se salvação salvação. E por uma razão elementar: as empreiteiras podem identificar e apresentar provas contra os verdadeiros comandantes do esquema, os grandes beneficiados, os mentores da engrenagem que funcionava com o objetivo de desviar dinheiro da Petrobras para os bolsos de políticos aliados do governo e campanhas eleitorais dos candidatos ligados ao governo. É um poderoso trunfo que, em um eventual acordo de delação com a Justiça, pode poupar muitos anos de cadeia aos envolvidos. "Vocês acham que eu ia atrás desses caras (os políticos) para oferecer grana a eles?", disparou ressentido, o presidente da OAS, Léo Pinheiro. Amigo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva nos tempos de bonança, ele descobriu na cadeia que as amizades nascidas do poder valem pouco atrás das grades. Na conversa com os colegas presos e os advogados da empreiteira, ele reclamou, em particular, da indiferença de Lula, de quem esperava um esforço maior para neutralizar os riscos da condenação e salvar os contratos de sua empresa. Léo Pinheiro reclama que Lula lhe virou as costas. E foi dessa mágoa que surgiu a primeira decisão concreta do grupo: se houver acordo com a Justiça, o delator será Ricardo Breghirolli, encarregado de fazer os pagamentos de propina a partidos e políticos corruptos. As empreiteiras sabem que nova delação só será admitida se revelarem fatos novos ou o envolvimento de personagens importantes que ainda se mantêm longe das investigações. Por isso, o alvo é o topo da cadeia de comando, em que, segundo afirmam reservadamente e insinuam abertamente, se encontram o ex-presidente Lula e Dilma Rousseff. A diretoria de Comunicação da construtora Odebrecht repudia as ilações contidas na reportagem, especialmente as que dizem a respeito à atuação de seu diretor de Relações Institucionais, Alexandrino Alencar, feitas com base em supostas declarações de réu confesso em processo que corre na Justiça Federal do Paraná. A Odebrecht reafirma que mantém, há décadas, contratos obtidos com a Petrobras exclusivamente por meio de processos de seleção e concorrência regidos pelo o que determina a legislação. A Odebrecht já solicitou formalmente à Justiça Federal do Paraná que disponibilize a empresa o conteúdo de todas as 'delações premiadas' que digam respeito a ela, para garantir o direito de defesa e evitar que ocorra este tipo de ilação. A empresa também informa que, diferentemente do que afirmam, não há investigações abertas contra a empresa 'nos Estados Unidos, no Panamá e em Portugal'. (Sérgio Bourroul, diretor de Comunicação). Brincalhona a Odebrecht que esta envolvida até o talo do pescoço, sendo ele a maior detentora de contratos subfaturados nas obras da Petrobra$ e muitas outras em que foram beneficiadas através do propinódromo petrobalístico. Expressão do Luladrão confidencialmente aos seus quadrilheiros: Tô cagando e andando para o meu indiciamento, tenho dinheiro e no Brasil ladrão que rouba milhões não vai parar na cadeia.

QUEM FICA PRESO NO BRASIL SÃO SOMENTE PRETO, POBRE E PUTA.
Fonte da Noticia ( autor e veículo) : Ciribelli
Sessão : Formação de Quadrilha
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Texto do artigo :  

DEVOLVA AS ESMOLAS DAS CONTRIBUIÇÕES PARA PAGAR A MULTA IMPOSTA NA SUA CONDENAÇÃO ZÉ LADRAS.

Ciribelli/Uchôa de Mendonça

Oito anos analisando a JD Assessoria e Consultoria, empresa fantasma do Zé ladrão, teve um faturamento (cerca de R$ 7 milhões) em 2012, ano em que o ex-ministro da Casa Civil (filhote do Lula) foi condenado no mensalão. No ano seguinte, em que ficou preso em Brasília, a empresa teve receita de R$ 4,16 milhões. Nada, nada mesmo, tem nos indignado tanto do que esse pilhar imoral que esse amontoado de assaltantes tem provocado na instituições públicas brasileiras, presentemente nesse escândalo do petrolão, essa tragédia que refinados ladrões, com suas desfaçatez, tem provocado no maior empreendimento empresarial estatal nacional, a Petrobras. Aplaudi, aplaudo, aplaudirei entusiasticamente, as ensurdecedoras manifestações contra esse sistema canceroso politico que tomou de assalto à nação, sem dó nem piedade das instituições. No episódio do inquérito Lava Jato, onde salta o brilhantismo do trabalho levantado pela Policia Federal e d Juiz Sergio Moro, surge o mais vergonhoso destaque, envolvendo esse senhor sem escrúpulos, José Dirceu que, mesmo preso, condenado no processo do mensalão, recebeu R$ 29 milhões em oito anos, de empresas envolvidas no processo de corrupção da Petrobras... No relatório da receita Federal que analisa o inquérito do processo Lava jato diz que a empresa de consultoria da ex-ministro Jose Dirceu recebeu R$ 29,3 milhões entre 2006 e 2013, ao analisar a evolução financeira dos negócios dele. Nos oito anos analisados, a JD Assessoria e Consultoria teve seu maior faturamento (cerca de R$ 7 milhões) em 2012, ano em que o ex-ministro da Casa Civil foi condenado no mensalão. No ano seguinte, em que ficou preso em Brasília, a empresa teve receita de R$ 4,16 milhões. Como se recordam, o ex-ministro na gestão Lula, foi sentenciado a dez anos e dez meses de prisão. Ficou menos de um ano em regime fechado e agora está em prisão domiciliar, continuando a armar os seus novos golpes. O documento com a quebra de sigilo bancário e fiscal de Dirceu foi incluído no dia 17 último (março) na ação penal em que ele é investigado na Operação Lava jato, que investiga o esquema de corrupção na Petrobras, sob a solicitação do Ministério Público Federal. O juiz federal que preside o inquérito sobre corrupção da Petrobras, Sergio Moro, também suspendeu o sigilo ao processo de Dirceu, sob a justificativa de que há interesse público em supostos crimes praticados contra a administração pública. A indignação maior que nos acomete é saber que esse indivíduo, sem um pingo de escrúpulos, mesmo preso na Penitenciária de Papuda, com uma montanha de dinheiro em conta, pediu ajuda a companheiros petistas para pagar a multa que lhe foi imposta pela Justiça, pelos crimes cometidos contra o patrimônio público e, interessante, teve suas "súplicas" atendi das pelos petistas idiotas que continuam acreditando na sua lábia. Não estranhamos nada disso, visto que: Essas praticas envolvem vários ex. políticos PeTistas envolvidos nos mesmos crimes. Quanto à prisão domiciliar, parece piada, o ladrão anda desfilando pelos corredores congressianos, sua casa mais parece uma sala de conferencia de ratos.


 

 

O BRASIL ESTA SENDO PASSADO A LIMPO, E O TESOUREIRO DO PT É PRESO PELA PF.

Manoel Braga/Natuza Nery/DF

 Em fevereiro, tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, foi ouvido pela PF sobre doações eleitorais ao partido. A PF esta passando o Brasil a limpo, acaba de ser preso o Tesoureiro do PT, João Vaccari Neto. O gatuno foi preso nesta quarta-feira pela Polícia Federal em mais uma fase da operação Lava Jato. O manipulador do propinódromo e Secretário de Finanças do PT, o petista negou envolvimento no esquema de corrupção que atingiu a Petrobras nos últimos anos. Vaccari vai ser deslocado pela polícia para Curitiba, que conduz as investigações. Já esperando sua prisão, Vaccari estava tranquilo só aguardando o momento de ser algemado, mais um pilantra a prestar contas à justiça. No país das negociatas, estamos vendo, assistindo de camarote pela primeira vês que a justiça venha a ser feita (cumprida) ao pé da letra. O agora engaiolado Vaccari vai cantar igual a um bom canário, preso na gaiola da PF, dessa vês não vai ter quem o sabatine, oriente, lhe dê aulas de como mentir, e manietou o Ministro que lhe concedeu um HC preventivo, dando ao crápula o direito de se calar frente a CPI da Petrobra$. A prisão de Vaccari já era esperada por todos os brasileiros, principalmente os PeTistas, visto que: o indivíduo não tem imunidade parlamentar, quero ver agora o Ministro Teori mandar soltar o nome sem se vincular aos golpistas. Em princípio a prisão de Vacari pode ser provisória, mais duvidamos muito que o Dr. Sérgio Moro não prorrogue o prazo da provisória e transforme-a em definitiva até o desenrolar final da Operação Lava Jato.


 

 

 

A PESTE DA CORRUPÇÃO TEM CURA?

Manoel Braga

 Hong Kong mostrou, em poucas décadas, que a corrupção tem cura. Fez tudo certo: educação, prevenção e repressão (tudo junto). No Brasil, no entanto, prepondera a ideologia de que somos o "vale das propinas" (coirmã da ideologia do "vale das lágrimas", que diz que passamos pela Terra apenas para sofrer, daí a necessidade de salvação). Aqui afirmamos que a corrupção não tem cura. Dizem que "é da nossa cultura", (por essa via algumas autoridades e empresários tentam justificar suas bandalheiras); "está enraizada"; as bandas podres das classes dominantes, as que corrompem na casa dos bilhões (veja Petrobras), Carf, Trensalã$, Mensalão, Ministros Corruptos, congresso nacional (Deputados e Senadores, roubando o erário público, Tesoureiro do PT arrecadando propinas para o segundo mandato da Presidente, passadema, Abreu de Lima, BNDS, ferrovia Norte Sul, etc.), afirmam: "desde a Bíblia já se fala em corrupção"; "sempre foi assim". Resultado: quanto mais naturalizada, mais impune fica a corrupção. Diante do rápido desenvolvimento econômico e social, se Hong Kong não tivesse adotado medidas certeiras calcula-se que atualmente estaria no patamar de China, México, Argentina e Indonésia, países que de acordo com o ranking mundial de corrupção 2014, da ONG Transparência Internacional, está entre as posições 100º e 107º, dentre 174 países. O Brasil ocupa a 69ª posição. E Hong Kong, que nos anos 60/70 era considerado um dos territórios mais corruptos do mundo, está na 17ª posição, à frente de Estados Unidos e Reino Unido, por exemplo. Evolução impressionante em menos de meio século. Como isso se tornou possível onde vigorava a cultura do "Money Téa" (dinheiro do chá), que equivale ao nosso jeitinho? Todos os setores sociais (com destaque para a polícia) achavam-se completamente contaminados pela "cultura da corrupção". Em 1971 começou a grande virada, com a descoberta do caso "PF Gedber" (policial que ficou rico com a corrupção). Ele se aposentou. Após incontáveis protestos da população, em 1974, foi criada uma das organizações anticorrupção mais poderosas do mundo: a Comissão Independente Contra a Corrupção (algo que poderia ser imaginado no Brasil, mesclando agentes do Estado com a sociedade civil). A Comissão, inovadoramente, com três departamentos, focou em educação, prevenção e repressão. A ponte para a solução real do problema é composta de três vias. Qual o seu legado? Uma só via (repressão) não funciona. É como cortar grama, que renasce. Só indo à raiz é que se resolve o problema. O Departamento de Operações centraliza todas as "denúncias" de corrupção (assegurando o sigilo e dando apoio ao denunciante) e faz as devidas investigações com rapidez. Luta com denodo pela "certeza do castigo". O Departamento de Prevenção difunde práticas e procedimentos que reduziram drasticamente a quantidade de corrupção; o Departamento de Relações com a Comunidade cuida da educação e propaga os malefícios da roubalheira. usam propagandas massivas. Atuam em escolas, organizações distritais, no setor público e no privado: educa os jovens, difundindo falsa ética e moralidade aos cidadãos. Em todas as apresentações as personagens protagonizam dilemas éticos. O Índice de Liberdade Econômica 2012, da Fundação Heritage, com sede nos Estados Unidos, apontou uma tolerância mínima para a corrupção e eficácia, mas a exuberante nas medidas anticorrupção dos políticos torna-se nulas a partir do momento que são apresentados as denúncias contra os corruptos e corruptores, muitos soltos e os poucos condenados são postos na rua por decisões de certos ministros da Suprema Corte. Numa escala de 0 a 10 onde zero é extremante intolerante à corrupção e 10 totalmente tolerante, os políticos brasileiros, leia-se (Câmara dos Deputados, senado federal, Empreiteiras, Doleiros, presidentes do BB, da Petrobrás, BNDS, PMDB, PP, PT, e muitos outros maracutaieiro a nossa classificação será a nota O a esquerda). Mudanças de valores são mais importantes que apenas reformar as leis penais. A via repressiva exclusiva, sobretudo quando populista, satisfaria a ira da população irada, mas não resolve o problema. Se Dilma e o PT não deixar o Brasil imediatamente, o final do nosso país reflete na doto inicial dessa matéria.


 

 

O DIREITO DE MENTIR NO BRASIL CRIA STATUS DE POLÍTICOS HONRADO E VIRA EMPREGO VITALÍCIO

Manoel Braga

 A política e o "direito de mentir": Nossa democracia representativa na tutela dos políticos profissionais. O líder do Democrata no Senado Federal, o senador Ronaldo Caiado (GO) pediu a renúncia da presidente Dilma Rousseff (PT), após divulgação de pesquisa que aponta queda histórica na avaliação do governo federal. A pesquisa encomendada pela Confederação Nacional dos Transportes (CNT) ao Instituto MDA indica que 64,8% dos entrevistados consideram o governo Dilma ruim ou péssimo, contra 10,8% que o avaliam como ótimo ou bom. Outros 23,6% consideram que o governo petista é regular e 0,8% não sabem ou não responderam. "O mínimo que ela deveria fazer é renunciar ao mandato e convocar novas eleições. É postura de quem tem responsabilidade com o país", defendeu o senador goiano. Para o líder do PSDB, Cássio Cunha Lima (PB), o resultado da pesquisa é "reflexo da ausência" de um governo que "se transformou num amontoado de pessoas que batem cabeça". Além do aspecto lúdico da hipótese trazida pelo nobre senador maculada pela pecha da máxima utopia, sabemos que o Partido dos trabalhadores, ao contrário, anseia a perpetuação no poder, como a sociedade insatisfeita pode insurgir-se diante do ordenamento posto? Nossa Constituição atribui a sociedade legitimidade para retirar um representante que elegeu? Essa resposta discutirá na segunda metade do artigo, não sem antes discorrer sobre Impeachment, forma que a democracia representativa constitucionalizada, à priori, nos ofertou. O Artigo 86 da Constituição Republicana divide o processo de "Impeachment" em duas fases: Na primeira a Câmara dos Deputados, depois de admitida a acusação feita por qualquer cidadão, limita-se, pela maioria de 2/3 de seus membros, a receber ou não a acusação. Esse ato de recebimento ou não da acusação, decisão que não julga mérito do processo de "impeachment", limita-se a fazer o denominado pela doutrina como juízo de admissibilidade. Esta pronuncia realizada pela Câmara dos Deputados implica tão somente na processabilidade do Presidente da Republica pelo crime de responsabilidade e conexos. Conexão significa nexo, vínculo, relação, ou seja, a ideia de que a coisa esta ligada a outra, e o artigo 76 do Código Processual Penal, que trata do assunto determinam a reunião dos crimes conexos em um só processo diante da existência desses vínculos. Nessa segunda hipótese, vínculos não faltam. Essa decisão de pronúncia da pela Câmara dos Deputados não equivale a um pré-julgamento do acusado, não adentra ao mérito propriamente dito, não significa um juízo condenatório. Indica entrementes, que a Câmara dos Deputados considerou haver indícios razoáveis, provas do ato imputável ao acusado e, levando-se em conta a natureza do crime de responsabilidade perpetrado pelo Presidente da Republica, naquele momento não encontrou razões de monta que justifique seu arquivamento, pronunciando. Com esse pensamento exposto, resta-nos a certeza que: A câmara dos deputados não acolheu o pedido, visto que o Vice Presidente da República, o presidente do Senado e da Câmara, ambos do PMDB. A Câmara dos Deputados para formalizar ou não à acusação como objeto de deliberação deve apreciar a gravidade dos fatos alegados e o valor probatório das provas e indícios. O ato de declaração de pronúncia ou arquivamento da acusação é iminentemente discricionário, sendo certo que se não houver a pronúncia pela Câmara o pedido de "impeachment" restará arquivado. Ato discricionário é aquele em que o julgamento deverá pautar-se pela conveniência e pela oportunidade. A rigor, a discricionariedade não se manifesta no ato em si, mas sim no poder de a administração pratica-lo pela maneira e nas condições que repute mais conveniente e oportuno ao Poder público dentro das opções fornecidas pela lei. Esses senhores presidentes e vice não merece confiabilidade, visto que são gatos do mesmo balaio. O parágrafo 1º do Artigo 86 da Carta Maior afirma que, o Presidente da Republica ficará suspenso de suas funções com a instauração do processo pelo Senado pelo interregno de 180 dias. Inicia-se então, a fase da submissão do Presidente da Republica ao "veredicto" do Senado Federal, caso reste pronunciado pela Câmara, não cabendo, entende o STF, novo juízo de admissibilidade por parte do Senado Federal, que estará obrigado a julgar o Presidente pela acusação de Crimes de Responsabilidade. No Senado o julgamento será presidido pelo Presidente do Supremo Tribunal Federal. Se o delito praticado pelo Chefe da Nação for comum (não for de responsabilidade), será ele julgado pelo Supremo Tribunal Federal, mas em qualquer dos casos, a decisão deverá advir dentro de 180 dias contados a partir de seu afastamento e da consequente pronúncia da acusação. Prossegue o processo, nos termos legais, ofertando oportunidade ao Chefe do Executivo do Direito de ampla defesa e contraditório, nos termos do "due processo of Law" (devido processo legal). O julgamento proferido pelo Senado Federal poderá resultar absolutório, com o arquivamento do processo; condenatório, se assim entendido pela maioria de 2/3 do voto do Senado Federal, limitando-se a perda do cargo com inabilitação por oito anos, para o exercício de função pública, sem prejuízo das demais sanções judiciais cabíveis, conforme o Artigo 52 parágrafo único da Constituição Federal. Nossa Carta de 1988 não acolhe qualquer hipótese que atribua poderes ao povo para cassar o mandato de qualquer de seus representantes. Nosso regime é o de uma democracia representativa indireta ou liberal, que atribui também aos seus representantes referida prerrogativa, que se faz exercer através do "impeachment". Duvidamos que tanto no Senado, quanto na Câmara existam homens de saco roxo para acatar e dar prosseguimento a ou processo de impeachment, pois todos tem telhado de vidro extremamente frágeis, um minúsculo grão de areia que cair sobre o telhado de um deles, bau! Entram no mesmo saco dos gatos. Uma das mais frequentes críticas à democracia representativa, além do generalizado desencanto com os políticos profissionais amasiados às práticas corruptas de autolocuplemento quase patológicas, é que a opinião do povo só é consultada uma vez a cada "quatro anos", e após serem eleitos, os políticos tradicionais podem agir com completa liberdade, sem qualquer compromisso com as suas promessas de campanha ou mesmo com as questões de ordem ético-legais, até a próxima eleição. Protegidos por uma imunidade que aprioristicamente é funcional, mas que à vera se faz utilizada com um viés subjetivo muito mais destacado. Criam-se ainda, sistemas de blindagens entre as funções de poder, quando a função legislativa de poder à qual a Carta atribuiu a prerrogativa de cassar os representantes políticos desviados de suas funções mantém-se como que por um tácito pacto absolutamente inerte, como forma de proteger-se de suas próprias mazelas e barganhar favores com as demais funções de poderes do Estado em um momento de "necessidade". A diferença entre dirigentes e dirigidos, ou representantes e representados, acaba por afastar a política das praticas cotidianas, afastando duas esferas muito intimas na democracia direta: a política e a vida social. Como menciona CARTORIADIS: "a representação "política "tende a "educar"– isto é, a deseducar – as pessoas na convicção de que elas não poderiam gerir os problemas da sociedade, que existe uma categoria especial de homens dotados da capacidade especifica de "governar" """. Voltamos a defender a introdução na nossa Constituição do instrumento de "recall político" (eleitoral) como forma de fortalecimento da democracia e como medida apta a atribuir uma participação mais efetiva da sociedade nas decisões políticas do país. Medida que ainda se imagina consistente controle social do sistema de democracia representativa que funcionaria como fator inibidor das práticas desviadas dos políticos profissionais. Certa será a ausência de vontade política de se levar adiante uma PEC [proposta de emenda constitucional] neste sentido em uma verdadeira reforma política, cabendo à sociedade se organizar e demonstrar ser esta a sua vontade. A perda de legitimidade no decorrer do mandato político, ou por incompetência ou praticas ilegais, ou mesmo por exercícios despidos de ética, não pode admitir-se em um regime democrático sadio sem que se reverbere uma solução verdadeiramente democrática que restitua a legitimidade a partir da possibilidade de o povo escolher um novo mandato eletivo quando levado a erro de percepção. O escrutínio, o direito ao voto, não pode revelar-se como umas sanções por escolhas que muitas vezes se fazem pautadas em promessas de políticos despidos de escrúpulos, com maior razão quando levamos em consideração as acachapantes desigualdades sócio educacional de nosso país. Lembramos que uma Carta Republicana deve corresponder às nossas necessidades reais para que não tenhamos meras folhas de papel. Em verdade, o sistema, da forma que está posto, tutela ao mandatário político a possibilidade da mentira, concede-lhe a prerrogativa do "direito de mentir", e seu implícito permissivo está claramente voltado aos políticos profissionais. Este implícito e ódio do permissivo precisam ser revisto para transformarmos a democracia representativa hoje normatizada, em um instrumento mais sadio e de fato no interesse público, para que efetivamente se corrobore no combate a corrupção sistêmica como forma permissiva de se fazer política no país. O representante eleito tem que estar vinculado às suas promessas, aos cidadãos que o elegeram como representante, sob a mácula de se configurar uma representação por tergiversação na defesa de direitos desviados. O "direito de mentir", muito utilizado no espeque do princípio da Ampla Defesa pelos acusados em processo criminal (alguns não o admitem), salvo exceções que criminalizam - como mentir a própria identidade com o tipo da falsidade ideológica - é utilizado como regra pelos políticos sem que qualquer consequência ou responsabilidade lhes sejam imputadas. Assim que os políticos, em especial em períodos de campanhas eleitorais, de forma implícita e absolutamente desleal e irresponsável, contam com a mesma prerrogativa que possui o acusado no âmbito do Direito Penal. Será que o sistema já antevê suas potencialidades criminosas e lhes concede este benefício por equivalência? Foto mentirosa aqui O voto não pode representar um "cheque em branco", mas uma "procuração dada em confiança". Quando não mais há confiança (fidúcia), com a perda da legitimidade, o povo tem sim, que contar com um instrumento democrático capaz de "revogar/cassar" o mandato que conferiu. O povo quem atribui à representação e pela "teoria da paridade de formas" deve ser o povo capaz para "revogar/cassar" a representação deferida.


 

 
 

 

 

SOMENTE COM QUATRO DEDOS EM UMA DAS MÃOS FALIU A PETROBRA%- IMAGINEM SE TIVESSE OS 10 DEDOS NAS MÃOS "ADEUS BRASIL" 

Manoel Braga

Lula colocou o seu Exercito vermelho nas ruas para desestabilizar a Operação LavaJato. Com essa atitude terrorista, Lula demonstra que esta perdendo as estribeiras, desrespeita as leis, rasga a constituição Federal sabendo que será impune pelos seus atos terrorista, visto que: mesmo sendo investigado, processado e condenado no juizado de primeira entrância, esta cagando e andando para os juízes singulares que vierem a condena-lo. O poderoso chefão da máfia vermelha, e seus quadrilheiros, sabem perfeitamente que: com inúmeros recursos, (brechas das leis) seu processo vai parar no STF onde tem costa quente, visto que: 11dos ministros que compõe a Corte Suprema foram nomeados nos seus governos e no governo da Madama Dilminha, ou seja; ambos estão acima das leis, nada acontece a eles, afinal tem 11 escudos protetores, o indivíduo é inabalável, inatingível. O bicho esta mesmo até acima de Deus. Somente duas pessoas (Deus e o povo), estão careca de saber que o comandante supremo de todos os quadrilheiros, bandidos, propineiros do mensalão a Operação Lava Jato, Nepotismo, Crime de Colarinho Branco, Formação de Quadrilhasss, Desvio do Erário Público, Maracutaias, Mumunhas, Apropriação Indébita tem nome "O LULA".